{"id":84,"date":"2016-03-09T16:26:06","date_gmt":"2016-03-09T19:26:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.historiapuc.com\/#!Boletim-da-P\u00f3sGradua\u00e7\u00e3o-20161\/jr6vm\/56e077bb0cf2389d88fdd813"},"modified":"2016-05-25T12:13:42","modified_gmt":"2016-05-25T15:13:42","slug":"boletim-da-pos-graduacao-2016-1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.his.puc-rio.br\/en\/boletim-da-pos-graduacao-2016-1\/","title":{"rendered":"Boletim da P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o 2016.1"},"content":{"rendered":"<h3>PROGRAMA DE P\u00d3S-GRADUA\u00c7\u00c3O<br \/>\nHIST\u00d3RIA SOCIAL DA CULTURA<\/h3>\n<h3>DISCIPLINAS \u2013 2016.1<\/h3>\n<h5><strong>HIS 2101 \u2013 Hist\u00f3ria e Cultura (Disciplina Obrigat\u00f3ria)<\/strong><br \/>\nProf. Ricardo Augusto Benzaquen de Ara\u00fajo\/ Prof. Diego Antonio Galeano<br \/>\n3\u00aa: 16h \u2013 19h\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 3<\/h5>\n<h5>Ementa<br \/>\nA disciplina tem a inten\u00e7\u00e3o de discutir a cada semestre um conjunto de cinco ou seis autores significativos para as linhas em que se divide o programa de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria Social da Cultura.<\/h5>\n<h5>Bibliografia Principal<br \/>\nDAVIS, Natalie Zemon. Nas margens: tr\u00eas mulheres do s\u00e9culo XVII. S\u00e3o Paulo. Companhia das Letras, 1997.<br \/>\nHOBSBAWM, Eric. Os trabalhadores. Estudos sobre a hist\u00f3ria do operariado. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000.<br \/>\nKRAUSS, Rosalind.\u00a0 The Originality of the\u00a0 Avant-Garde \u00a0and\u00a0 Other\u00a0 Modernist \u00a0Myths. Cambridge, Mass.: MIT Press, 1986.<br \/>\nPOCOCK, John G. A. Virtue, Commerce, and History: Essays on Political Thought and History. Cambridge: Cambridge University Press, 1985.<br \/>\nTHOMPSON, Edward Palmer. A forma\u00e7\u00e3o da classe oper\u00e1ria inglesa, V. II e III. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.<br \/>\nWEBER, Max. A \u00c9tica Protestante e o Esp\u00edrito do Capitalismo. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2012.<br \/>\n__________. The Religion of China. Glencoe, Free Press, 1968.<br \/>\n__________. A \u00c9tica Protestante e o Esp\u00edrito do Capitalismo. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2012.<br \/>\n__________. A Ci\u00eancia como Voca\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo: Cultrix, S\/D.<\/h5>\n<h5><strong>HIS 2104 \u2013 Semin\u00e1rios Especiais em Teoria, Historiografia e Hist\u00f3ria Intelectual<\/strong><br \/>\nTema: Met\u00e1fora e forma\u00e7\u00f5es discursivas<br \/>\nProf. Luiz Costa Lima<br \/>\n2\u00aa: 13h \u2013 16h\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 3<\/h5>\n<h5>Ementa<br \/>\nDa concep\u00e7\u00e3o privilegiadora do conceito, passando por seus auges metaf\u00edsico, teol\u00f3gico e cient\u00edfico, \u00e0 concep\u00e7\u00e3o da linguagem como forma\u00e7\u00e3o biaxial, em que conceito e met\u00e1fora t\u00eam o mesmo realce e territ\u00f3rios de uso distintos. Consequ\u00eancia da \u00eanfase do metaf\u00f3rico e o estatuto das formas narrativas da historiografia e da ficcionalidade verbal.<\/h5>\n<h5>Bibliografia Principal<br \/>\nBlumenberg, H. Paradigmem zui einer Metaphorologie. Frankfurt: Suhrkamp Verlag, 1998. (Trad. franc.: Paradigmes pour une m\u00e9taphorologie. Paris: Vrin, 2006.<br \/>\nBlumenberg, H. Teoria da n\u00e3o conceitualidadem. Belo Horizonte: Ed.UFMG, 2013. Blumenberg, H; Beaschreibung des Menschen. Frankfurt: Suhrkamp Verlag, 2006. (trad. franc.: Description de l\u2019homme. Paris: Lecerf, 2011. Trad. espanhola: Descripci\u00f3n del hombre. Madrid: Fondo de Cultura Econ\u00f3mica, 2011.<br \/>\nMonod, J.C. Hans Blumenberg. Paris: Belin, 2007.<br \/>\nTrierweiler, D. Hans Blumenberg. Anthropologie philosophique. Paris: Presses Universitaires de France. 2010.<br \/>\nCosta Lima, L. Os Eixos da linguagem. S\u00e3o Paulo: Iluminuras, 2015.<\/h5>\n<h5><strong>HIS 2102 \u2013 Semin\u00e1rios Especiais em Teoria, Historiografia e Hist\u00f3ria Intelectual<\/strong><br \/>\nTema: Viol\u00eancia, hist\u00f3ria e pol\u00edtica<br \/>\nProfs. Marcelo Jasmin e Pedro Villas-B\u00f4as Castelo Branco<br \/>\n2\u00aa: 16h \u2013 19h\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 3<\/h5>\n<h5>EMENTA<br \/>\nO curso pretende discutir percep\u00e7\u00f5es intelectuais acerca da viol\u00eancia, especialmente na primeira metade do s\u00e9culo XX. A partir de refer\u00eancias te\u00f3ricas dadas por textos de Hannah Arendt e de Walter Benjamin, tratar-se-\u00e1 da leitura de autores como Georges Sorel, Vilfredo Pareto, Sigmund Freud, Ernst J\u00fcnger e Frantz Fanon que experimentaram as muta\u00e7\u00f5es da viol\u00eancia na primeira parte do s\u00e9culo e refletiram sobre ela.<br \/>\nO curso dever\u00e1 ter como professor convidado Pedro Villas-Boas, professor do IESP-UERJ e da PUC-Rio, que tem se dedicado ao tema.<\/h5>\n<h5><strong>HIS 2136 \u2013 Semin\u00e1rios Especiais em Experi\u00eancias e Conex\u00f5es Culturais<\/strong><br \/>\nTema: Interpreta\u00e7\u00f5es, perspectivas te\u00f3ricas e conceitos em torno da Hist\u00f3ria da \u00c1frica.<br \/>\nProfa. Regiane Augusto de Mattos<br \/>\n3\u00aa: 13h \u2013 16h\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 3<\/h5>\n<h5>Ementa<br \/>\nO curso promover\u00e1 o estudo de diferentes interpreta\u00e7\u00f5es e perspectivas te\u00f3ricas em torno da Hist\u00f3ria da \u00c1frica com base na leitura de textos de alguns autores que trataram de problem\u00e1ticas relacionadas ao continente africano ou das popula\u00e7\u00f5es africanas no mundo. A gera\u00e7\u00e3o de intelectuais africanos, norte e centro-americanos das primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX e as interpreta\u00e7\u00f5es que valorizavam as contribui\u00e7\u00f5es, sobretudo culturais, das sociedades africanas. A gera\u00e7\u00e3o de intelectuais p\u00f3s 2\u00aa Guerra Mundial e a problem\u00e1tica colonial. A d\u00e9cada de 1980 e as cr\u00edticas \u00e0s correntes de pensamento e aos discursos euroc\u00eantricos. Estudos p\u00f3s-coloniais e a perspectiva decolonial. An\u00e1lise de conceitos como os de identidades, alteridade, etnia, fronteiras culturais, hibridismo, conex\u00f5es culturais, presentes nos estudos africanos das \u00faltimas d\u00e9cadas.<\/h5>\n<h5>Bibliografia Principal:<br \/>\nAPPIAH, Kwane. Na casa de meu pai. A \u00c1frica na filosofia da cultura. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.<br \/>\nBHABHA, Homi. O local da cultura. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1998.<br \/>\nC\u00c9SAIRE, Aim\u00e9. Cahier d\u2019un retour au pays natal. S\u00e3o Paulo: Edusp, 2012.<br \/>\n____________. Discurso sobre o colonialismo. Santa Catarina: Letras Contempor\u00e2neas, 2010.<br \/>\nFANON, Frantz. Os condenados da terra. Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 1968.<br \/>\n____________. Pele negra, m\u00e1scaras brancas. Salvador: EDUFBA, 2008.<br \/>\nMBEMBE, Achille. As formas africanas de auto-inscri\u00e7\u00e3o. Estudos Afro-Asi\u00e1ticos, ano 23, n\u00ba 1, 2001, 171-209.<br \/>\nMELLINO, Miguel. La cr\u00edtica p\u00f3s-colonial. Paid\u00f3s, 2008.<br \/>\nMUDIMBE, Valentin Y. The invention of Africa: gnosis, philosophy and the order of knowledge. Bloomington: Indiana University Press, 1988.<br \/>\nPRATT, Mary Louise. Os Olhos do Imp\u00e9rio. Relatos de viagem e transcultura\u00e7\u00e3o. Bauru: EDUSC, 1999.<br \/>\nSANTOS, Boaventura de Sousa; MENESES, Maria Paula. (Orgs.)\u00a0Epistemologias do Sul. S\u00e3o. Paulo; Editora Cortez. 2010.<br \/>\nSUBRAHMANYAN, Sanjay. Imp\u00e9rios em Concorr\u00eancia: Hist\u00f3rias Conectadas nos S\u00e9culos XVI e XVII. Lisboa, Imprensa de Ci\u00eancias Sociais, 2012.<\/h5>\n<h5><strong>HIS 2138 \u2013 Semin\u00e1rios Especiais em Experi\u00eancias e Conex\u00f5es Culturais<\/strong><br \/>\nTema: Uma breve capital federal: o Rio de Janeiro republicano na historiografia recente<br \/>\nProf. Leonardo Affonso de Miranda Pereira<br \/>\n4\u00aa: 13h \u2013 16h\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 3<\/h5>\n<h5>Ementa<br \/>\nOs recentes caminhos de desenvolvimento da historiografia sobre o Rio de Janeiro. As imagens liter\u00e1rias sobre a capital federal. O poder municipal e a ordem republicana. Os m\u00faltiplos territ\u00f3rios urbanos.\u00a0 A inven\u00e7\u00e3o da cultura carioca. A cidade fissurada e o fim de uma capital.<br \/>\nBibliografia Principal<br \/>\nCARVALHO, Bruno. Porous\u00a0City: A Cultural History of Rio de Janeiro. Liverpool: Liverpool University Press, 2013.<br \/>\nCHAZKEL, Amy. Leis da sorte. O Jogo do Bicho e a Constru\u00e7\u00e3o da Vida P\u00fablica Urbana. Campinas, Editora da UNICAMP, 2014.<br \/>\nFISCHER, Brodwyn. A Poverty of Rights: Citizenship and Inequality in Twentieth-Century Rio de Janeiro. Stanford, California: Stanford University Press, 2008<br \/>\nGON\u00c7ALVES, Rafael Soares. Favelas do Rio de Janeiro: hist\u00f3ria e direito. Rio de Janeiro: Editora Pallas, 2013.<br \/>\nHERTZMAN, Marc. Making Samba: A New History of Race and Music in Brazil. \u00a0Duke University Press, 2013.<br \/>\nMIYASAKA, Cristiane. Viver nos sub\u00farbios: a experi\u00eancia dos trabalhadores de Inha\u00fama (1890-1910). Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, 2011.<br \/>\nO\u2019DONNELL, Julia. A inven\u00e7\u00e3o de Copacabana. Rio de Janeiro, Zahar, 2011.<br \/>\nSICILIANO, Tatiana. O Rio de Janeiro de Artur Azevedo: cenas de um teatro urbano. Rio de Janeiro: Mauad, 2014.<br \/>\nVIDAL, Laurent. As l\u00e1grimas do Rio. O \u00faltimo dia de uma capital. Rio de Janeiro, Martins Fontes, 2012.<\/h5>\n<h5><strong>HIS 2103 \u2013 Semin\u00e1rios Especiais em Teoria, Historiografia e Hist\u00f3ria Intelectual<\/strong><br \/>\nTEMA: Hist\u00f3ria Atl\u00e2ntica: Debates e contribui\u00e7\u00f5es para uma Hist\u00f3ria Hemisf\u00e9rica e Comparada.<br \/>\nProf. Marco Antonio Villela Pamplona<br \/>\n4\u00aa: 16h \u2013 19h\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 3<\/h5>\n<h5>Ementa<br \/>\nEste \u00e9 basicamente um curso de leituras e discuss\u00f5es com o objetivo de explorar as vantagens e os desafios de uma perspectiva atl\u00e2ntica nos estudos sobre as Am\u00e9ricas.<br \/>\nRessaltaremos a pluralidade das transforma\u00e7\u00f5es e a heterogeneidade dos desenvolvimentos ocorridos no mundo atl\u00e2ntico, mas buscaremos enfatizar, ao mesmo tempo, a possibilidade de conectar as m\u00faltiplas experi\u00eancias, pr\u00e1ticas culturais, valores e a\u00e7\u00f5es observados a um certo nexo de \u00e9poca. Discutiremos as vantagens, mas tamb\u00e9m os problemas e desafios que essa perspectiva costuma trazer para o estudo de temas comuns que transitam entre fronteiras imperiais, nacionais, \u00e9tnicas, religiosas e lingu\u00edsticas das diferentes comunidades que habitaram, em distintas \u00e9pocas, o espa\u00e7o atl\u00e2ntico.<br \/>\nPerguntamo-nos em que medida a transi\u00e7\u00e3o da ideia de uma hist\u00f3ria atl\u00e2ntica, para a de uma hist\u00f3ria hemisf\u00e9rica pode ser de maior efic\u00e1cia, como constructo anal\u00edtico, para o estudo de determinados desenvolvimentos hist\u00f3ricos iniciados nos prim\u00f3rdios da \u00e9poca moderna e continuados at\u00e9 os dias de hoje.<br \/>\nBibliografia Principal<br \/>\nARMITAGE, David &amp; SUBRAHMANYAM, Sanjay (eds.) The Age of Revolutions in Global Context, c. 1760-1840. NY: Palgrave Macmillan, 2010.<br \/>\nARMITAGE, David. \u201cTr\u00eas conceitos de Hist\u00f3ria Atl\u00e2ntica\u201d, Hist\u00f3ria Unisinos 18 (2): 206-217, Maio\/Ago, 2014.<br \/>\nBAILYN, Bernard. Atlantic History: Concept and Contours. Cambridge: Harvard U. Press, 2005.<br \/>\nBENJAMIN, Thomas, HALL, Timothy &amp; RUTHERFORD, David (eds.)The Atlantic World in the Age of Empire. Boston: Houghton Mifflin Co., 2001.<br \/>\nCANNY, Nicholas &amp; MORGAN, Philip (eds.) The Oxford Handbook of the Atlantic World, 1450-1850. UK: Oxford U. Press, 2011.<br \/>\nELLIOT, J.H. Empires of the Atlantic World. Britain and Spain in America 1492-1830. New Haven: Yale U. Press, 2006.<br \/>\nGONZALES BERNALDO, Pilar (ed.). Independencias ibero-americanas. Nuevos problemas y aproximaciones. BA: Fondo de Cultura Econ\u00f3mica, 2015.<br \/>\nGREENE, Jack P. &amp; MORGAN, Philip (eds.) Atlantic History: A Critical Appraisal. NY: Oxford U. Press, 2009.<br \/>\nKLOOSTER, Wim, Revolutions in the Atlantic World: A Comparative History. NY: NYU Press, 2009.<br \/>\nLINEBAUGH, Peter\u00a0 e REDIKER, Marcus. A hidra de muitas cabe\u00e7as: marinheiros, escravos, plebeus e a hist\u00f3ria oculta do Atl\u00e2ntico revolucion\u00e1rio. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2008 [2001].<\/h5>\n<h5><strong>HIS 2122 \u2013 Semin\u00e1rio Especial em Hist\u00f3ria da Arte e da Arquitetura<\/strong><br \/>\nTema: Pintura Moderna Brasileira: de Castagnetto a Jorge Guinle<br \/>\nProf. Ronaldo Brito Fernandes<br \/>\n4\u00aa: 16h \u2013 19h\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 3<\/h5>\n<h5>Ementa<br \/>\nO curso empreender\u00e1 uma leitura seletiva dos altos momentos da pintura moderna no Brasil. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 repensar os nossos esfor\u00e7os, conquistas e impasses pict\u00f3ricos dentro do processo hist\u00f3rico de moderniza\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. Da inexist\u00eancia, facilmente contest\u00e1vel, de uma Hist\u00f3ria da Arte Brasileira consagrada at\u00e9 os dias de hoje, nos parece instrutivo reler, com olhar contempor\u00e2neo, as telas de um Guignard, por exemplo, procurando enxerga-la para al\u00e9m dos clich\u00eas \u201cmodernistas\u201d que lhe s\u00e3o comumente atribu\u00eddos.<br \/>\nO curso vai se concentrar, portanto, no embate direto com as telas por n\u00f3s eleitas, como as mais significativas e, eventualmente sintom\u00e1ticas, de nossa modernidade.\u00a0 Partindo de Castagnetto, passaremos por Segall, Guignard, Pancetti e Miguel Bakun at\u00e9 alcan\u00e7armos o divisor de \u00e1guas, Volpi, quando conquistamos um est\u00e1gio mais autoconsciente da pintura p\u00f3s-cubista.\u00a0 A seguir ser\u00e1 a vez de dois fen\u00f4menos decisivos, com linguagens d\u00edspares, Milton Dacosta e Iber\u00ea Camargo. Alguns quadros de artistas consagrados que tamb\u00e9m trafegaram pela pintura, entre outras coisas, ter\u00e3o que ser aqui inclu\u00eddos, caso de Mira Schendel e Antonio Dias. Ao final, o curso pretende analisar o construtivismo tardio, nada ortodoxo, plenamente realizado de Eduardo Sued e a produ\u00e7\u00e3o curta e explosiva de Jorge Guinle, que nos anos 1980 rep\u00f4s entre nos, em termos contempor\u00e2neos, a aventura da pintura.<br \/>\nBibliografia Principal<br \/>\nBRITO, Ronaldo. Experi\u00eancia Cr\u00edtica.\u00a0 S\u00e3o Paulo, Cosac &amp; Naify, 2005.<br \/>\nNAVES, Rodrigo. A Forma Dif\u00edcil. S\u00e3o Paulo, Cia das Letras,\u00a0 1996.<\/h5>\n<h5><strong>HIS 2121 \u2013 Semin\u00e1rios Especiais em Hist\u00f3ria da Arte e da Arquitetura<\/strong><br \/>\nTema: Arquitetura Moderna no Brasil: uma experi\u00eancia<br \/>\nProf. Jo\u00e3o Masao Kamita<br \/>\n5\u00aa: 13h \u2013 16h\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 3<\/h5>\n<h5>Ementa<br \/>\nO curso pretende repensar a experi\u00eancia moderna da arquitetura brasileira. A proposta \u00e9 fazer um percurso paralelo que cruze as narrativas historiogr\u00e1ficas consolidadas com conceitos te\u00f3ricos que fundamentam as bases est\u00e9ticas da modernidade arquitet\u00f4nica, principalmente o conceito de espa\u00e7o.<br \/>\nEm ternos de rediscuss\u00e3o historiogr\u00e1fica, tomaremos como ponto de interpola\u00e7\u00e3o a constru\u00e7\u00e3o de Bras\u00edlia, a leitura buscar\u00e1 incluir a tens\u00e3o entre estes dois momentos de nossa modernidade, tendo como figuras de proa Lucio Costa e Vilanova Artigas. Por outro lado, ser\u00e1 empreendida igualmente uma retomada da influ\u00eancia da Arquitetura de Le Cobusier, sobretudo a singular leitura dos 5 pontos da nova arquitetura que nossos principais projetistas realizaram e o modo como esta leitura eventualmente estabelece pontos de contatos com nossa melhor produ\u00e7\u00e3o de arte moderna. Por fim, buscaremos incorporar obras cruciais, mas que pouco figuram em nossas narrativas da arquitetura moderna. Referimo-nos \u00e0 extraordin\u00e1rias figuras de Burle-Marx e de Lina Bo Bardi, esta s\u00f3 tardiamente reconhecida.<br \/>\nJ\u00e1 no que diz respeito \u00e0s quest\u00f5es te\u00f3ricas, voltaremos \u00e0s origens da moderna teoria da arte para tentar perceber o momento em que o espa\u00e7o como categoria est\u00e9tica aparece e se afirma como conceito crucial da arquitetura moderna.<\/h5>\n<h5>Bibliografia Principal<br \/>\nARTIGAS, Jo\u00e3o Batista Vilanova. Caminhos da arquitetura. S\u00e3o Paulo, Cosac &amp; Naify, 1999.<br \/>\nBASTOS, Maria Alice Junqueira, ZEIN, Ruth Verde. Brasil: arquiteturas ap\u00f3s 1950. S\u00e3o Paulo: Perspectiva, 2010.<br \/>\nCOSTA, Lucio. Registro de uma viv\u00eancia. S\u00e3o Paulo: Empresa das Artes, 1997<br \/>\nFIEDLER, Konrad. Escritos Sobre Arte. Visor, 2005.<br \/>\nKAMITA, Jo\u00e3o Masao. Vilanova Artigas. S\u00e3o Paulo: Cosac Naify, 2000.<br \/>\nLE CORBUSIER. Precis\u00f5es Sobre um estado presente da arquitetura e do urbanismo. S\u00e3o Paulo, Cosac &amp; Naify, 2004.<br \/>\nNIEMEYER, OSCAR. Minha Arquitetura. Rio de Janeiro: Editora Revan, 2000<br \/>\nSANTOS, Cec\u00edlia Rodrigues dos, et alii. Le Corbusier e o Brasil. S\u00e3o Paulo: Tessela; Projeto, 1987.<br \/>\nVISCHER, Robert. Empathy, Form, and Space: Problems in German Aesthetics, 1873-1893 (Texts and Documents Series).\u00a0 The Getty Center For The History Of Art, 1993.<br \/>\nWISNIK, Guilherme. Lucio Costa. S\u00e3o Paulo: Cosac &amp; Naify, 2001.<br \/>\nWORRINGER, Wilhelm. Abstraction and Empa\u00adthy: A Contribution to the Psychology of Style Michael Bullock. Chicago: Ivan R. Dee, 1997.<\/h5>\n<h5><strong>HIS 2137 \u2013 Semin\u00e1rios Especiais em Experi\u00eancias e Conex\u00f5es Culturais<\/strong><br \/>\nTema: Hist\u00f3ria, Mem\u00f3ria e Temporalidades<br \/>\nProf. Sergio Hamilton da Silva Barra<br \/>\n5\u00aa: 16h \u2013 19h\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 3<\/h5>\n<h5>Ementa<br \/>\nAs diferentes temporalidades da hist\u00f3ria; a polissemia da no\u00e7\u00e3o de mem\u00f3ria; mem\u00f3ria coletiva e quadros sociais da mem\u00f3ria; mem\u00f3ria-sonho e mem\u00f3ria-trabalho; a dial\u00e9tica entre mem\u00f3ria e esquecimento; mem\u00f3ria, identidade e projeto; a mem\u00f3ria como caminho de acesso ao passado; os usos pol\u00edticos da mem\u00f3ria; a constru\u00e7\u00e3o da metamem\u00f3ria; constru\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o de um patrim\u00f4nio cultural como inven\u00e7\u00e3o de tradi\u00e7\u00f5es.<br \/>\nBibliografia Principal<br \/>\nCATROGA, Fernando. Mem\u00f3ria, Hist\u00f3ria e historiografia. Coimbra: Quarteto, 2001.<br \/>\nHALBWACHS, Maurice. A mem\u00f3ria coletiva. S\u00e3o Paulo: V\u00e9rtice, 1990.<br \/>\nHARTOG, Fran\u00e7ois. Regimes de Historicidade: presentismo e experi\u00eancias do tempo. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2013.<br \/>\nKOSELLECK, Reinhart. Futuro passado: Contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 sem\u00e2ntica dos tempos hist\u00f3ricos. Rio de Janeiro: Contraponto, Editora PUC-Rio, 2006.<br \/>\nLOWENTHAL, David. Como conhecemos o passado. Projeto Hist\u00f3ria. S\u00e3o Paulo. n\u00ba 17, nov. 1998. p. 63-201.<\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PROGRAMA DE P\u00d3S-GRADUA\u00c7\u00c3O HIST\u00d3RIA SOCIAL DA CULTURA DISCIPLINAS \u2013 2016.1 HIS 2101 \u2013 Hist\u00f3ria e Cultura (Disciplina Obrigat\u00f3ria) Prof. Ricardo Augusto Benzaquen de Ara\u00fajo\/ Prof. Diego Antonio Galeano 3\u00aa: 16h \u2013 19h\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 3 Ementa A disciplina tem a inten\u00e7\u00e3o<a class=\"moretag\" href=\"https:\/\/www.his.puc-rio.br\/en\/boletim-da-pos-graduacao-2016-1\/\">&#8230;<\/a><\/br><a href=\"https:\/\/www.his.puc-rio.br\/en\/boletim-da-pos-graduacao-2016-1\/\" class=\"read-more\">Leia mais..  <span class=\"glyphicon glyphicon-chevron-right\" ><\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v23.5 - 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